domingo, 21 de outubro de 2012

Erros do Catolicismo Romano

A palavra “católico” no Grego significa “universal”. Não tem qualquer outra significação religiosa. Quando se diz que um homem tem gostos católicos significa que ele tem gostos de toda espécie.
A Igreja Católica Romana (ICAR), (que realmente significa igreja universal local), está retirando a palavra “Romana” de suas flâmulas no Primeiro Mundo, a fim de ir se identificando com a religião mundial, que abrigará em seu seio todas as demais religiões ditas cristãs, espíritas e pagãs. Ela é a igreja mãe da apostasia e o seu nome garante isso.
O Padre Malachi Martin (que trabalhou por 10 anos na biblioteca do Vaticano) lamentou a retirada da palavra “Romana” que a ICAR tem repudiado no mundo inteiro.
O Deus da Bíblia, e não o Catolicismo Romano, fala com sabedoria em Êxodo 20:4-5: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam”. Este mandamento foi deletado do catecismo católico, a fim de promover a idolatria.
Não interessa que a hierarquia romana diga que Deus não se incomoda com a idolatria, pois, se isso fosse verdade, a Sua Palavra não teria significado algum. Deus é onipotente e sábio, portanto jamais aceitaria tudo que é errado na religião da Mistério...Babilônia, isto é, o Catolicismo Romano.
Ele conclama o seu povo a sair da mesma e revela que vai castigá-la severamente, atirando-a ao mar, para desgosto dos que com ela cometeram adultério. ”E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas... E os reis da terra, que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio (Apocalipse 18:4,15).
Deus não se alegra com a iniqüidade. Ele a odeia. Ele não vai colocar os idólatras (nem imorais) no colo, para niná-los, pois, nesse caso, o seu mandamento inviolável não teria valor algum.
O Arcebispo Trench escreveu sobre o que ele chamou “A Consolidação dos Erros” em Roma. (C. Richard Trench, “The Study of Words”, NY, NY, 1898, p. 228). Trench viu o que todo cristão precisa ver, isto é, que não só existe erro em Roma, mas esse erro tem se consolidado, cada vez mais, através dos séculos. Então, o erro, em vez de ser combatido, se transforma em dogma, sendo imposto a todos os que se consideram bons católicos romanos. Nesse caso, devemos acrescentar à observação de Trench, feita há mais de 150 anos, que esses erros não apenas têm se consolidado, como têm se CRISTALIZADO!
Roma é sempre a mesma, como diz a sua hierarquia, só que às vezes muda e sempre para pior em matéria de heresia e engodo. A atitude moderna em relação ao Catolicismo Romano é de puro engano. A cegueira religiosa se tornou mundial e coletiva. Pela falta de conhecimento bíblico até mesmo os pastores “protestantes” estão aceitando as mentiras de Roma e se deleitando em ser amigos da Mistério... Babilônia, erro que, sem dúvida, vai acarretar-lhes o castigo divino.
O abominável sistema político, religioso e econômico chamado Catolicismo Romano (o mais rico do globo) pratica a idolatria, a mariolatria e a oração pelos mortos.
Ele encoraja o uso do rosário, das imagens e dos crucifixos. Ele imola Cristo no altar, sempre e sempre, milhões de vezes por dia, ação totalmente condenada no Livro de Hebreus.
Ele desloca Cristo do papel de único Mediador entre Deus e os homens, fazendo-o compartilhar esse papel, que é exclusivamente seu, com Maria e homens profanos, contrariando a Palavra em 1 Timóteo 2:5.
Ele ensina a salvação através do mérito humano e das boas obras, negando a salvação pela graça.
Ele equaciona as tradições com a Palavra de Deus, dando até mais ênfase a essas tradições, que variam conforme a conveniência da hierarquia romana.
Ele suga o dinheiro que os seus iludidos membros ganham arduamente no trabalho, prometendo libertar as almas do purgatório, um lugar que não existe. E, mesmo assim, os “crentes bíblicos” modernos, ecumênicos [e apóstatas] recusam-se a separar-se ou a repudiar esse sistema com todos os seus desvios. Em vez disso, unem-se ao mesmo, a fim de combater a maçonaria.
Não existe “maçonaria” pior do que o Vaticano e quem for idiota que compre esse peixe podre. A ignorância da Palavra não salvará pessoa alguma no Dia do Juízo Final. A Bíblia está ao alcance de todos e mesmo quem não sabe ler pode pedir a alguém que a leia, pois a salvação vem pelo ouvir... Na hora do acerto de contas, quando alguém pensar em se desculpar diante do Juiz Supremo, Jesus Cristo, terá muita surpresa. Todas as chances de salvação terminam aqui e agora e depois da morte vem o julgamento, conforme Hebreus 9:27.
Não existe reencarnação, como apregoam os espíritas. Nem existe purgatório, como inventa a hierarquia romana. O que existe é a certeza da morte e do julgamento final para todas as criaturas que viveram e ainda vivem neste mundo cheio de utilitarismo e hipocrisia religiosa...
Mary Schultze, 2002/2012.
Informações colhidas no livro “Antichrist and Optimism”,
Cap. 12, Dr. Ronald Cooke.

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