sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A DOR DO INTERCESSOR

"Regozijai-vos sempre.Orai sem cessar" (1 Tessalonicenses 5:16-17).
Amados, nunca foi fácil ajudar a alguém, mesmo levando em conta o desejo de se fazer conhecido a amplitude do amor de Deus que esta em nós. Um intercessor sente a alegria, a felicidade do outro mais também, sente a dor a tristeza, a angustia, a frustração, o desespero, a fadiga do outro. Foi proposital apontar dois adjetivos positivos e sete adjetivos negativos que fazem parte da vida de um verdadeiro intercessor, pois este ministério trás a todos a certeza de que é uma luta acirrada contra o mal e seremos confrontados com todos os tipos de sentimentos de origem mundanos e malignos. A questão é que a intercessão sempre nos aponta para um caminho de necessidades material e espiritual de alguém, que nos leva a sentir a dor pela compaixão, pelaa misericórdia, que é movida pelo amor que aprendemos a exercitar vindo da parte do Senhor. Mesmo que seja uma situação desfavorável para quem assumie esta posição como ministério, mas a satisfação pela certeza da vitória emn todas as etapas desta batalha, nos leva a se regozijar no Senhor e o busca-lo incessantemente.
O apóstolo Paulo nos alerta para o regozijo que precisamos buscar deixar como evidencia deste amor, mesmo que seja para enfrentar grandes lutas em favor do nosso próximo. É claro que não se trata de sentir o que ele sente, mas é condoer-se por ele exalando uma marca deste sentimento chamado compaixão. Você aceita a sua dor como motivação para uma transformação que será o resultado da sua oração, da sua busca como aquele que estrá entrando no meio de duas partes e comprará a briga de uma delas. Não podemos descartar que esta ação precisa ser o agir, a direção do Espírito Santo de Deus em nossas vidas que nos dará a sabedoria e o discernimento para enfrentarmos esta batalha.
Aponto como a dor da intercessão o ato de não nos conformarmos com o quadro alheio e o desejo que nasce no coração de ver Deus operando com poder na vida de uma pessoa. Esta mesma dor se torna desconfortante quando o irmão ou a irmã não entende qual é o designo de Deus para a sua vida e você precisa as vezes se desdobrar para que a sua oração seja o suficiente para Deus não desistir de fazer a sua obra. O apóstolo Paulo se via assim, com muita aflição em sua vida quando os seus irmãos começavam a se desviar de seus propósitos, o que o levava estar sempre em oração, intercedendo pelos seus. A marca do intercessor consiste em não abrir mão da dor, mas fazer dela uma motivação a mais para que a sua fé seja o bastante para mover o coração de Deus, e ve-lo agindo com grande poder sobre a vida do outro, transformando a dor deste intercessor em uma alegria renovada.
Tenha um bom dia com Cristo.
Pr Jeremias Gomes Barbosa
Pastor Auxiliar da SIBT

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